Blog Cartão Emprego

Alagoas projeta 20 mil novos empregos até 2010

de admin | Terça, 27 de Outubro de 2009

Alagoas tenta superar a crise mundial, e na corrente contrária aos níveis de desemprego no país, entre o final de 2008 e o começo de 2009, investidores e governo projetam novos empreendimentos privados e públicos, e conseqüentemente novos postos de trabalho. De acordo com números apurados em secretarias de Estado, novos investidores hoteleiros e industriais e governo federal (PAC), Alagoas projeta até 2010 a criação de mais de 20 mil novos postos de trabalho.

Número que pode ficar ainda maior, se a Construção Civil manter os 12 mil empregos gerados em 2008, e a Agência do Trabalhador, da Secretaria de Trabalho, confirmar ou manter as 19 mil vagas garantidas no mercado de trabalho, como aconteceu em 2008.

No setor hoteleiro, por exemplo, serão 5.019 novas vagas até 2010, com a chegada de 30 novos hotéis, de acordo com o anunciado pelos próprios investidores à Secretaria de Estado do Turismo (Setur).

As oito obras de grande porte que estão sendo tocadas pelo Estado, com investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do governo, nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, habitação e urbanização, já empregam, até esse mês de janeiro, 1.690 trabalhadores. Na capital, obras de esgotamento sanitário da orla, urbanização de favelas, recuperação do Distrito Industrial e construção de casas no conjunto Paulo Bandeira, somam mais 1.380 postos de trabalho.

O número de empregos em obras públicas deve aumentar este semestre com a aceleração do ritmo da finalização da barragem do Bálsamo e adutora Helenildo Ribeiro; o Canal do Sertão; o terminal rodoviário de Arapiraca, restauração de estradas e a duplicação da AL 101.

Novas empresas — A instalação de empreendimentos tem sido uma das grandes responsáveis pela abertura de novas vagas de emprego. Até o final de 2009, mais 2.832 pessoas vão estar empregadas graças à chegada de 22 novas empresas. Mas essa quantidade de postos de trabalho é referente apenas aos empregos diretos a serem gerados, sendo que a estimativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística é a de que o número de empregos indiretos seja de 4 a 5 vezes maior em relação aos empregos diretos gerados.

O eletricista Josenildo da Silva Tavares, 32 anos, conseguiu uma oportunidade depois de passar cinco meses à margem do mercado. Trabalhando há três meses, ele conta que já tinha tentado um emprego em vários lugares, até que preencheu uma das 44 vagas ofertadas pela fábrica Mili.

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Concursos com inscrições abertas somam 22,9 mil vagas

de admin | Segunda, 26 de Outubro de 2009

Há cargos para todos os níveis de escolaridade.
Salários chegam a R$ 21 mil no Ministério Público do Trabalho.

Do G1, em São Paulo

Pelo menos 28 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (26) e totalizam 22.954 vagas para todos os níveis de escolaridade.

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Um dos destaques é a reabertura, nesta segunda (26), das inscrições para 4.249 vagas da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). As oportunidades são de nível técnico e superior em várias áreas de graduação. Os salários variam de R$ 751,44 a R$ 4.391,39.

O concurso havia sido suspenso temporariamente em setembro, atendendo uma determinação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). O TCE-MG havia solicitado ajustes no edital, que já foram feitos.

Outro concurso que tem as inscrições abertas nesta segunda é o da Policia Militar do Estado de São Paulo. São 2.682 vagas para serviço voluntário. As vagas são para a capital, Grande São Paulo e interior. A remuneração é de dois salários mínimos.

Entre os concursos abertos, o que oferece maior salário é o do Ministério Público do Trabalho: R$ 21 mil.

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OCDE vê recessão longa e mais 8 milhões de desempregados

de admin | Domingo, 25 de Outubro de 2009

São Paulo, 15 de janeiro de 2009

Cenário é pior do que o esperado pela entidade anteriormente.
Para a OCDE, crescimento do Brasil vai cair para 3% em 2009.

Do G1, em São Paulo

As economias dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) devem registrar retração de 0,4% em 2009, conforme relatório divulgado nesta terça-feira (25) em Paris (França).

O cenário é bem pior do que o esperado pela entidade anteriormente, quando previa alta de 1,7% do PIB das 30 nações que formam a organização. “Muitas economias da OCDE já entraram ou estão à beira de uma prolongada recessão de magnitude não vista desde o início da década de 1980”, diz a organização.

Conforme a entidade, a economia dos Estados Unidos terá queda de 0,9% no próximo ano, enquanto o Japão (-0,1%) e a zona do euro (-0,6%) também registrarão desempenhos negativos.

O resultado é que o número de desempregados na área pode se elevar em 8 milhões nos próximos dois anos, dos atuais 34 milhões para 42 milhões. A inflação não só deve ceder como alguns países enfrentam o risco, ainda que pequeno, de deflação.

Para OCDE, há espaço para mais cortes de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) nos próximos meses, à medida que a inflação cai rapidamente e a economia tende a retrair no ano que vem.

“As projeções são de que as taxas de juros sejam reduzidas para 2% no ano que vem e permaneçam nesse patamar por um ano”, segundo a organização.

A inflação na zona do euro, que o BCE quer manter próximo de 2%, vai cair para 1,4% no ano que vem, frente a 3,4% neste ano e ainda vai desacelerar mais em 2010 para 1,3%, de acordo com a estimativa da OCDE.

“A esperada desaceleração das pressões inflacionárias nos próximos dois anos dão espaço para mais reduções nas taxas de juro nos próximos meses”, informou a OCDE.

Brasil

Para a OCDE, o crescimento econômico do Brasil vai cair para 3% no próximo ano, quase a metade do avanço de 5,3% a ser registrado em 2008. “A atividade deve perder ímpeto no primeiro semestre de 2009, devido ao atual aperto de crédito, mais vai recobrar a força perto do final do ano e em 2010”, afirma o documento.

A organização acredita que a performance fiscal do país tem sido sólida, com superávit primário ao redor de 4,4% do PIB em 12 meses até agosto. Dessa forma, as metas devem ser atingidas.

Mas os gastos com a folha de pagamento do governo estão subindo e o Orçamento de 2009 pode implicar na alta dos investimentos. “Reverter a tendência de crescimento dos gastos públicos está entre os principais desafios políticos do Brasil.”

A OCDE é formada por 30 países. São eles: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Eslováquia, Suécia, Suíça e Turquia.

(Com informações da Agência Estado e da Reuters)

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Indústria de Santa Catarina reduziu número de empregos em dezembro

de admin | Domingo, 25 de Outubro de 2009

São Paulo, 16 de janeiro de 2009 - 21h47min

Nível medido pela Fiesc apresentou o pior resultado mensal desde 1997, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira.

O nível de emprego na indústria catarinense medido pela Federação das Indústrias (Fiesc) apresentou em dezembro o pior resultado mensal desde 1997, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira.

O número de trabalhadores nas 357 médias e grandes indústrias do Estado ouvidas pela entidade caiu no mês passado 1,34% em relação a novembro, em função das 3.047 demissões no grupo de empresas pesquisadas.

Apesar da redução no último mês, o ano de 2008 fechou com alta de 1,49% no nível de emprego, com 3.309 vagas criadas entre as empresas ouvidas pela Fiesc.

No mês de dezembro, os setores que mais demitiram foram os de máquinas e equipamentos (-1,92%), produtos têxteis (-1,66%), produtos de madeira (-2,58%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,56%) e confecções e artigos do vestuário (-1,71%).

Ainda assim, alguns desses segmentos terminaram o ano com bom saldo positivo na criação de postos de trabalho, com altas de 10,55% nas indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, 5,74% nas de produtos têxteis e 3,28% nas de máquinas e equipamentos.

Também se destacaram positivamente em 2008 os segmentos de alimentos e bebidas (crescimento de 2,67%), metalurgia básica (alta de 5,42%) e celulose, papel e produtos de papel (aumento de 3,85%).

(DIÁRIO CATARINENSE)

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Emprego aproxima Brasil dos EUA

de admin | Domingo, 25 de Outubro de 2009

São Paulo, 16 de janeiro de 2009 - 22h37min

Viviane Monteiro , Jornal do Brasil

BRASÍLIA - A turbulência observada no mercado de trabalho nacional já é idêntica a dos Estados Unidos. O que muda é a intensidade das demissões que ocorrem nos dois países. A avaliação é do Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Gonzalez, ao lembrar que, nos EUA, entre novembro e dezembro, as demissões comprometeram o emprego de 1,108 milhão de trabalhadores. No Brasil, comparou, esse número pode chegar a mais da metade – ao redor de 650 mil em igual período, caso o Ministério do Emprego e Trabalho confirme na segunda-feira as 600 mil demissões de dezembro, antecipadas na última quinta-feira pelo presidente Lula.

O especialista do Ipea prevê resultado negativo do emprego em janeiro e já vê uma reversão na tendência de queda da taxa de desemprego em 2009. A curva de desemprego no Brasil começou a declinar a partir de 2005.

– Há uma tendência de aumento do desemprego no país, mas não temos idéia de quão forte será esse aumento.

De acordo com o especialista, diante da turbulência, muitos contratos temporários de fim de ano não devem ser efetivados neste inicio de ano, o que deve gerar saldo de emprego negativo.

Caso se confirme a projeção do especialista do órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, esse seria o primeiro mês do ano negativo desde janeiro de 1999. Professor da Universidade de Brasília (UNB), Jorge Pinho confirma que a tendência é de alta da taxa de desemprego no Brasil este ano. O professor prevê que a taxa voltará aos patamares de 2002, e atingirá 10% – o que pode representar algo em torno de 2,3 milhões pessoas desempregadas nas regiões metropolitanas pesquisadas em 2009. A taxa hoje está em 7,6%, segundo o último dado da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, de novembro. Economistas acreditam que a taxa poderá atingir até 13% – até então o pico observado em abril de 2004.

Segundo Gonzalez, que demonstrou cautela nas análises, o mercado de trabalho brasileiro está interrompendo uma tendência de queda na taxa de desemprego.

– E essa interrupção de queda da taxa de desemprego é algo preocupante – avaliou, ainda que não arrisque em dizer que a crise chegou de vez ao Brasil.

O cenário é preocupante, segundo Gonzalez, porque a expectativa é de que a produção industrial “não cresça”, diante da redução do índice de confiança do consumidor na economia e redução do consumo. Dessa forma, as empresas começam a demitir e isso pode agravar ainda mais o efeito da crise no Brasil. Ainda assim, diz que só será possível saber o verdadeiro impacto da crise com o passar do tempo, quando novos dados forem revelados.

Os dirigentes do IPEA apresentarão nesta terça-feira o estudo Crise econômica internacional e possíveis repercussões: primeiras análises. Segundo o IPEA, serão analisadas “as manifestações e as reações governamentais à crise econômica internacional, bem como as possíveis repercussões no Brasil”.

A crise financeira mundial freou o mercado de trabalho no Brasil a partir de outubro de 2008, quando a criação de empregos desacelerou de 205,2 mil vagas em setembro para 61,4 mil em outubro. O cenário se agravou e, em novembro, as demissões superaram em 40,8 mil as contratações, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As demissões sazonais de fim de ano em 2008 foram agravadas pelo impacto da crise. Em dezembro, a previsão é de que as demissões dobrem a média mensal histórica de 300 mil e chegue ao redor de 600 mil.

Governo vai precisar agir com mais rapidez

Para tentar reverter a tendência de forte queda do emprego este ano, o professor da UNB diz que o governo deverá tomar as medidas necessárias. Ou seja, o governo deve adotar o que classificou de “políticas formiguinhas”, ao investir pesado em setores geradores de emprego, como infra-estrutura e construção civil. A expectativa é que o presidente Lula anuncie novas medidas de socorro à economia brasileira esta semana.

Sem querer fazer estimativas sobre a evolução da taxa de desemprego este ano, Gonzales, do Ipea, disse que as demissões estão mais avançadas nos Estados Unidos, em relação ao Brasil, porque “lá a crise bateu primeiro”.

Impactos

Dessa forma, a turbulência impactou mais cedo o consumo e o mercado de trabalho americano. Já no Brasil, comparou Gonzalez, o efeito da crise não só foi sentido depois, como também entrou “por outros canais”: falta de crédito e baixa liquidez do sistema financeiro mundial. Até outubro de 2008, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, mantinha a previsão de fechar o ano passado com mais de 2 milhões de novas vagas formais. A expectativa não se sustentou e o ministro passou a reduzir as previsões para algo acima de 1,8 milhão. Para 2009, o ministro do Trabalho prevê 1,5 milhão de novas vagas no mercado de trabalho.

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Saldo da geração de emprego no Ceará cresce 135% em abril

de admin | Terça, 19 de Maio de 2009

Andreh Jonathas

O Ceará continua a apresentar saldo positivo na geração de empregos formais. O Estado fechou o mês de abril com 3.230 novas vagas de trabalho, um resultado 135% maior que o registrado em março (1.372 vagas). O saldo cearense é o segundo maior do Norte e Nordeste no mês, atrás apenas do saldo da Bahia (3.917 vagas). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi.

No que se refere ao saldo de emprego nos últimos dozes meses, o destaque do Ceará é ampliado. Em um ano, foram gerados 41.299 postos de trabalho seletivo, a melhor situação entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Leia o restante deste artigo »

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País cria empregos formais pelo 3o mês seguido em abril

de admin | Terça, 19 de Maio de 2009

País cria empregos formais pelo 3o mês seguido em abril

Reuters/Brasil Online

BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira criou empregos em abril pelo terceiro mês consecutivo, liderada pelo setor de serviços, e o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, já prevê que o saldo de novas vagas poderá superar 1 milhão em 2009.

A criação líquida de vagas foi de 106.205 em abril, o melhor resultado desde setembro, ainda que bem inferior aos 294.522 postos gerados em abril do ano passado, mostraram dados do Ministério do Trabalho nesta segunda-feira.

“O resultado consolida uma tendência de recuperação já iniciada em março”, afirmou Lupi a jornalistas ao comentar os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No ano, o saldo de empregos passou a ser positivo pela primeira vez, em 48.454 postos. O resultado representa apenas 6 por cento do total de 848.962 vagas criadas no mesmo período do ano passado.

O saldo líquido de novas vagas em abril resultou da admissão de 1,350 milhão de trabalhadores -segundo maior da série do Caged para abril- e demissão de 1,244 milhão -resultado recorde para o mês. Leia o restante deste artigo »

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Britânico é escolhido para o “melhor emprego do mundo” em ilha

de admin | Quarta, 6 de Maio de 2009

Britânico é escolhido para o “melhor emprego do mundo” em ilha

Reuters/Brasil Online

CANBERRA (Reuters) - Um britânico que trabalha como arrecadador de verbas humanitárias conseguiu na quarta-feira o “melhor emprego do mundo” - o de zelador numa ilha tropical australiana - após uma inovadora campanha de marketing que ilustrou o poder da mídia social.

Ben Southall, 34 anos, foi selecionado entre os 16 finalistas de um divulgadíssimo concurso organizado pela empresa de turismo do Estado de Queensland, que recebeu quase 34,7 mil inscrições por vídeo, de quase 200 países, e superou todas as expectativas na promoção do turismo local. Leia o restante deste artigo »

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Golpe do emprego falso, como não cair nessa

de admin | Terça, 5 de Maio de 2009

Golpe do emprego falso, como não cair nessa

Muitas agências de empregos aplicam golpes para candidatos desesperados que se iludem com ofertas que prometem bons salários.

A publicitária Carolina Ribeiro quase caiu nessa. Depois de cinco meses desempregada, ela acabou por acaso em um processo de seleção para ser vendedora de planos odontológicos. A contratação seria feita caso ela conseguisse vender cinco planos no período de uma semana. Ela chegou a ficar um dia na tentativa, mas logo desconfiou da oferta e, com medo de não permanecer na vaga mesmo conseguindo a meta, saiu logo em seguida.

Conforme Elaine Saad, presidente da seccional São Paulo da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), quando não há um contrato de trabalho ou um relacionamento entre empresa e prestador de serviço, é necessário pelo menos um contrato em conste que o próprio funcionário concorde em receber uma certa quantia para comissão, em determinado período. Leia o restante deste artigo »

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Aprovada estabilidade no emprego para pai se gestante morrer

de admin | Terça, 5 de Maio de 2009

Aprovada estabilidade no emprego para pai se gestante morrer

Marina Mello

Direto de Brasília

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira um projeto que garante estabilidade no emprego para a pessoa que ficar com a criança nos casos de falecimento da gestante. O projeto estende o direito de estabilidade no emprego por cinco meses, garantido pela Constituição à mulher que engravida, para o pai, avós ou qualquer outra pessoa que obtiver a guarda do bebê, no caso da morte da mãe no parto ou nos meses seguintes. Leia o restante deste artigo »

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